domingo, 6 de novembro de 2011

Elementos básicos da comunicação

Sempre que alguma coisa é projetada e feita, esboçada e pintada, desenhada, rabiscada, construída, esculpida ou gesticulada, a substância visual da obra é composta a partir de uma lista básica de elementos. Não se devem confundir os elementos visuais com os materiais ou o meio de expressão, a madeira ou a argila, a tinta ou o filme. Os elementos visuais constituem a substância básica daquilo que vemos, e seu número é reduzido: o ponto, a linha, a forma, a direção, o tom, a cor, a textura, a dimensão, a escala e o movimento. Por poucos que sejam, são a matéria-prima de toda informação visual em termos de opções e combinações seletivas. Esses elementos são muito relacionados entre si. Vistos individualmente parecem abstratos, mas juntos determinam a aparência e a qualidade do design de uma página.



O ponto

O ponto é uma unidade de comunicação visual mais simples e irredutivelmente mínima. Quando vistos, os pontos se ligam, sendo, portanto, capazes de dirigir o olhar. Em grande número e justapostos, os pontos criam a ilusão de tom ou de cor, o que é o fato visual em que se baseiam os meios mecânicos para a reprodução de qualquer tom contínuo.
Quando os pontos estão tão próximos entre si que se torna impossível identificá-los individualmente, aumenta a sensação de direção, e a cadeia de pontos se transforma em outro elemento visual distintivo: a linha.



A linha

À linha é atribuída a capacidade de expressar o que vai à alma. Pode ser imprecisa e indisciplinada, delicada e ondulada, nítida e grosseira, hesitante, indecisa e inquiridora. “Pode ser ainda tão pessoal quanto um manuscrito em forma de rabiscos nervosos, reflexo de uma atividade inconsciente sob a pressão do pensamento, ou um simples passatempo.”
“A linha raramente existe na natureza, mas aparece no meio ambiente: na rachadura de uma calçada, nos fios telefônicos contra o céu, nos ramos secos de uma árvore no inverno, nos cabos de uma ponte.”



A linha descreve uma forma. Na linguagem das artes visuais, a linha articula a complexidade da forma. Existem três formas básicas: o quadrado, o círculo e o triângulo eqüilátero.

Ao quadrado se associam ao equilíbrio, honestidade, retidão e perfeição; ao triângulo, ação, conflito, tensão; ao círculo, infinitude, calidez, proteção e modernidade.



Todas as formas básicas expressam três direções visuais básicas e significativas: o quadrado, a horizontal e a vertical; o triângulo, a diagonal; o círculo, a curva.

As formas básicas expressam três direções visuais elementares: o quadrado, a horizontal e a vertical; o triângulo, a diagonal; o círculo, a curva.
Cada uma das direções visuais tem um forte significado associativo e é utilizado como uma importante ferramenta para a criação de mensagens visuais. A referência horizontal - vertical encaminha-nos a um sentido de estabilidade, equilíbrio. A diagonal possui uma força direcional mais instável. As forças direcionais curvas têm significados associados è abrangência e à repetição.

O tom

Graças às variações de luz ou de tom é possível distinguir a complexidade da informação visual que nos é transmitida todos os dias. Assim, só nos é possível ver o que é escuro porque está próximo ao que é claro, da mesma forma que só vemos algo que é claro quando existe perto de algo que é escuro.
Só existe verdadeira luz quando observamos a natureza, pois nas artes gráficas, na pintura, na fotografia e no cinema o que existe é uma simulação do tom natural. Entre a luz e a escuridão na natureza existem centenas de gradações tonais específicas, mas essas gradações são muito mais limitadas nas artes gráficas e na fotografia.



O tom é uma das melhores ferramentas que permitem representar o mundo como algo dimensional, pois, apesar da ajuda da perspectiva, a linha não é capaz de criar sozinha uma ilusão de realidade. Para tal necessita de tom que vem reforçar “a aparência de realidade através da sensação de luz refletida e sombras projetadas. Esse efeito é ainda mais extraordinário nas formas simples e básicas como o círculo, que, sem informação tonal, não pareceria ter dimensão”.

Cor

A cor é um fenômeno óptico provocado pela ação de um feixe de fótons sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo óptico, impressões para o sistema nervoso. A cor tem maiores afinidades com as emoções. A cor tem três dimensões que podem ser definidas e medidas.

É de enorme relevância para a comunicação visual, pois está recheado de informação, o que permite uma impressionante experiência visual. “No meio ambiente compartilhamos os significados associativos da cor das árvores, da relva, do céu, da terra e de um número infinito de coisas nas quais vemos as cores como estímulos comuns a todos.”
Cada uma das cores possui significados associativos e simbólicos, permitindo a existência de um vasto leque de significados para o “alfabetismo visual”.



Matiz ou croma é a cor em si, e existe em número superior a cem. Existem três matizes primários ou elementares: amarelo, vermelho e azul. Cada um representa qualidades fundamentais. O amarelo é a cor que se considera mais próxima da luz e do calor; o vermelho é a mais ativa e emocional; o azul é passivo e suave. O amarelo e o vermelho tendem a expandir-se; o azul, a contrair-se. Quando estas cores são associadas através de misturas é possível a obtenção de novos significados. O vermelho, um matiz provocador, é abrandado ao misturar-se com o azul, e intensificado ao misturar-se com o amarelo. As mesmas mudanças de efeito são obtidas com o amarelo, que se suaviza ao se misturar com o azul.



Saturação, que é a pureza relativa de uma cor, do matiz ao cinza.
As cores menos saturadas levam a uma neutralidade cromática, e até mesmo à ausência de cor, sendo subtis e repousantes. Quanto mais intensa ou saturada for à coloração de um objeto ou acontecimento visual, mais carregado estará de expressão e emoção.

Pouca saturação                                                    Muita saturação
   



Luminosidade ou acromática é o brilho relativo, do claro ao escuro, das gradações tonais.


A compreensão da cor é o mais emocional dos elementos específicos do processo visual, pois possui grande força e pode ser usada para expressar e intensificar a informação visual.

Textura

A textura é o elemento visual que com freqüência serve de substituto para as qualidades de outro sentido, o tato.



Na verdade, porém, podemos apreciar e reconhecer a textura tanto através do tacto quanto da visão, ou ainda mediante uma combinação de ambos. É possível que uma textura não apresente qualidades tácteis, mas apenas ópticas, como no caso das linhas de uma página impressa, dos padrões de um determinado tecido ou dos traços sobrepostos de um esboço. Onde há uma textura real, as qualidades tácteis e ópticas coexistem, mas de uma forma única e específica, que permite à mão e ao olho uma sensação individual, ainda que projetemos sobre ambos um forte significado associativo.

Escala

Todos os elementos visuais são capazes de se modificar e se definir uns aos outros. O processo constitui, em si, o elemento daquilo que chamamos de escala. No campo visual, seria a relação de dimensões entre duas ou mais formas.
 “O grande não pode existir sem o pequeno”. Em termos de escala, os resultados visuais são relativos, pois estão sujeitos a várias modificações. O que antes era pequeno pode passar a ser grande se existe uma modificação visual no ambiente que o condiciona a tal.  



O homem é a peça fundamental para o estabelecimento de uma escala. “Nas questões de design que envolve conforto e adequação, tudo o que se fabrica está associado ao tamanho médio das proporções humanas”. Assim, compreender a importância de relacionar o tamanho com a finalidade e o significado é essencial na construção da mensagem visual.

Dimensão

Apesar de a dimensão existir no mundo real, em representações bidimensionais como o desenho, o cinema, a pintura e a fotografia não existem essa dimensão real, sendo esta apenas implícita. A ilusão de dimensão pode ser conseguida através da técnica de perspectiva, em que os seus efeitos podem ser reforçados através da utilização do tom e da enfatização da luz e da sombra.



Movimento

O elemento visual do movimento encontra-se mais freqüentemente implícito do que explícito no modo visual. Enquanto a ilusão de textura parece real devido ao uso de uma intensa ostentação de detalhes, a ilusão de movimento acontece graças ao uso da perspectiva e luz/sombra intensificadas. “A sugestão de movimento nas manifestações visuais estáticas é mais difícil de conseguir sem que ao mesmo tempo se distorça a realidade, mas está implícito em tudo o que vemos, e deriva de nossa experiência completa de movimento na vida.“




Todos os elementos básicos de comunicação, o ponto, a linha, a forma, a direção, o tom, a cor, a textura, a escala, a dimensão e o movimento são os componentes essenciais dos meios visuais. Através deles procuramos desenvolver o pensamento e a comunicação visual, pois permitem, de uma forma direta e simples, transmitir mensagens que podem ser consumidas por qualquer pessoa que tenha a capacidade de ver.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Layout Site de Culinária


All Choc Choc

Este layout se trata de um site de culinária que é especializado em receitas com chocolate.
Mostra o Menu onde tem todas as informações necessárias para um site que se trata especialmente de receitas.

Um item de busca, onde é possível procurar por qualquer receita em palavra-chave, ou seja, tanto com o nome da receita em si como um ingrediente em especial.

Utilizei muito a cor alaranjado, pois além de ser uma cor que induz a fome, lembra a cor da casca do cacau, que pode ser tanto alaranjado quanto amarelo. E o marrom, pois mesmo tendo também o chocolate branco, ele predomina, e é associado imediatamente ao chocolate.

O item "Destaques da Semana" seria um link onde leva automaticamente para a receita do cup cake, da bomba e do fondue. Como também a receita que está em destaque (pode notar que tem uma estrela em cima da foto), que é a da trufa de chocolate.


  • A All Choc Choc tem as melhores receitas de chocolate, sempre pronto para atender os chocólatras de plantão!


Use & Abuse!



By_ Báah

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Sitees !?

Estive dando uma pesquisada, e descobri que hoje qualquer um pode ter um site!
Mas acontece que muitas pessoas acham que sabem, mas na verdade não sabem... criam um site para melhorar sua interação com seus clientes, ou com qualquer outra pessoa, mas acaba tendo efeito reverso!

Então, escolhi dois sites: "Como fazer" e "Como não fazer pelo amor de Deus!"

Site bom para ser seguido de exemplo: http://www.lamigratattoo.com.br/
É de um estúdio de tatuagem, e os caras fizeram bem á caráter!

Legibilidade: Ótima! Qualquer um que entrar vai perceber que é um estúdio de tatuagem, sem contar que contém todas as informações necessárias. Nem demais, nem de menos!
Fontes: Organizadas e bem adequadas para o tema.
Cores: Bem colorido, porém harmônico. Segue perfeitamente o que o tema sugere.
Conteúdo: Completo. Contém somente informações necessárias.


Como exemplo do "Como não fazer pelo amor de Deus", encontrei este: http://www.pharrgym.com/
É um site de uma academia (eu acho --')

Legibilidade: Péssima, mesmo escrito em inglês, somente pelo fato de não ter um "menu" para organização já deixa o site confuso e ilegível.
Fontes: Mistas, sem seguir um padrão.
Cores: Completamente horríveis! Sem nenhuma harmonia. Provavelmente a pessoa era daltônica e não sabia que cor estava colocando! Completamente sem noção. Doeu até meus olhos, o seu não?
Conteúdo: Confuso e desorganizado. Sem contar que colocaram uma criança para fazer a propaganda da academia (completamente sem noção né?).


Agora, quando pensarem em criar um site, cuidado!
As coisas podem ficar confusas e bizarras, assim tirando a atenção do leitor...

domingo, 25 de setembro de 2011

Luminosidade de Goethe | Teotria de Itten

O ensino das cores de Itten recebe introdução sobre a natureza física da cor, entendida como onda de luz (comprimento da onda). Descreve as conhecidas experiências de Newton, comentando refração, decomposição da luz branca e distinguindo mistura de luz (mistura aditiva) de mistura de pigmento (subtrativa).



Todas as cores dos pintores são pigmentos, ou corpóreas. São cores q absorve luz, e suas misturas são governadas pelas regras da subtração. Quando cores complementares ou combinações das três primárias são misturadas em determinadas proporções, a resultante subtrativa é o preto. A mesma mistura em cores prismáticas, não corpóreas, levará ao branco como resultante aditiva.
Na interpretação de Goethe, as cores do espectro possuem valores diferentes na sua intensidade (luminosidade). A partir dessa luminosidade, Goethe estabelece uma espécie de proporção áurea para as cores: se uma cor é naturalmente mais luminosa, como o amarelo, ao combinar-se com um tom de natureza mais escura, a proporção entre ambas deve ser tal q a área ocupada pela cor mais luminosa seja menor. Para que haja equilíbrio e harmonia, essa proporção, partindo das cores primárias, obedece a seguinte razão:


Amarelo : vermelho: azul = 3 : 6 :8



A partir dessa proporção, Itten sugere um cálculo equivalente para alcançar proporções harmônicas a partir de outras combinações das cores do círculo cromático.


Esfera e Estrela Cromática


Para uma completa demonstração das relações entre cores, Itten utilizou esfera cromática – modelo criado por Philipp Otto Runge, que garantia a visualização mas misturas entre as matizes, compreendendo os tons de cinza e os contrastes claro-escuro.
N esfera cromática, cada ponto pode ser localizado pela interseção das linhas meridionais e paralelas, para entender as doze cores do seu círculo, Itten utilizava apenas seis paralelas e doze meridionais. Dessa forma, seu círculo cromático de doze cores correspondia ao corte equatorial da esfera.





Com um desdobramento da esfera, Itten cria em 1921, a sua estrela cromática, que se tornou um símbolo da sua didática da cor na Bauhaus:  “Para podermos ver a superfície inteira da esfera de uma só vez, podemos imaginar o hemisfério mais escuro dividido pelos meridianos e aberto no mesmo plano do hemisfério mais claro. O resultado é a estrela de doze pontas.”



quinta-feira, 28 de abril de 2011

Importância da Tecnologia da Informação




A Tecnologia da Informação (TI) pode ser definida como um conjunto de todas as atividades e soluções providas por recursos de computação. Na verdade, as aplicações para TI são tantas - estão ligadas às mais diversas áreas - que existem várias definições e nenhuma consegue determiná-la por completo.

Tecnologia da Informação e sua importância no mundo HYPERLINK "http://tribunaemfoco.wordpress.com/2007/06/26/tecnologia-da-informacao-e-sua-importancia-no-mundo-globalizado/"globalizado.

Nos dias de hoje, esse assunto faz parte de nossas vidas de uma forma tão intensa que é impossível viver sem. A Tecnologia é muito essencial ao desenvolvimento humano.
Muito se fala nos dias de hoje da globalização, onde a interação e dependência dos países se tornam cada vez mais ampla, mais necessária, mais prioritária. Mesmo grades países como os Estados Unidos, França e Grã-Bretanha, não podem se auto-sustentar. Eles dependem de matéria-prima de países considerados de Terceiro Mundo, da mesma forma que estes dependem dos produtos industrializados dos países ricos. Dessa dependência, surgiu a necessidade de evolução no meio de transmissão da informação. Não mais se pode depender de um mensageiro a cavalo para entregar uma mensagem importante. Nos dias de hoje, a informação é constante, crucial e indispensável. Segundos fazem a diferença, e por isso, existe tanta necessidade da tecnologia.
Os meios tecnológicos incluem muito mais do que os computadores. Desde o desenvolvimento do telégrafo e as mensagens em código - Morse, o telefone e o advento do celular, aos satélites e a fibra óptica. Mas, o objeto de maior destaque na informação, é a internet. Este meio permitiu uma vasta gama de interação e informação, desde os primórdios do e-mail e dos BBS (Bulletin Board System), onde a internet era algo limitado e com poucos recursos – o que ainda assim, era fantástico – aos dias atuais com o enxame de mensageiros instantâneos, fóruns de informação, áudio e vídeo conferências e compartilhamento da informação, tudo isso a uma velocidade espantosa. Graças à ela, podemos ver, ouvir e falar, com pessoas localizadas no Japão, Estados Unidos, Itália, África do Sul e Rússia, por exemplo, simultaneamente e em tempo real. As inovações em TI (Tecnologia da Informação) permitem um fluxo de informações constante e veloz, para a tomada de decisões cruciais com rapidez e segurança, e por isso, cada vez mais, torna-se parte de nossa vida e indispensável à nossa sobrevivência.

Tipos de Sistemas de Informação na empresa

Um administrador, precisa entender o papel dos diversos tipos de Sistemas de Informação existentes nas empresas hoje, que são necessários para apoiar a tomada de decisões e atividades de trabalho existentes nos diversos níveis e funções organizacionais, sejam elas desktop ou via web
Eles provocam mudanças organizacionais e administrativas trazendo desafios para administração, como Integração que é obter vantagens com sistemas que integrem diversos níveis e funções organizacionais possibilitando troca de informações entre diversos setores, este é o principal desafio, pois é o administrador que identifica quais setores precisam estar interligados.
O outro desafio é ter visão ampla, pois na filosofia da administração os administradores são treinados para gerenciar uma linha de produto e não a organização inteira como é exigido pelos sistemas integrados e redes setoriais. Estes desafios exigem enormes investimentos.

Há tipos específicos de Sistemas de Informação para cada nível organizacional:


Sistemas de Processamento de Transações (SPTs)
Sistemas de Trabalhadores de Conhecimento (STCs)
Sistemas de Informação Gerenciais (SIG)
Sistemas de Apoio a Decisão (SAD)
Sistemas de Apoio ao Executivo (SAEs)

Os Sistemas de Informação se relacionam um com outros a fim de atender os diversos níveis e organizacionais, sendo os SPT a fonte de dados mais importante para os outros sistemas, os SAEs são os recebedores de dados de sistemas de níveis inferiores, os outros trocam dados entre si. Também atendem diferentes áreas funcionais, por isso é importante e vantajoso a integração entre eles para a informação chegar a diferentes partes da organização, ma isto tem alto custo, é demorado e complexo por isso cada organização deve ligar os setores que acha necessário para atender suas necessidades.

Conclusão

Os sistemas da informação se adquirem também na área de Design Gráfico e Web Design, pois a tecnologia é essencial para fazer um projeto gráfico, contando com uma  infinidade de recursos e ferramentas para alcançar sempre o objetivo desejado, alem de favorecer significativamente na organização e trazendo agilidade na execução de projetos, sem contar que a internet é hoje a rede mais utilizada para se comunicar com o mundo inteiro. Há alguns anos somente grandes empresas usavam essa tecnologia, e hoje, nem mesmo a menor consegue ser administrada sem a internet.
A informação é algo indispensável na vida de todos, é compreensível que a tecnologia faz parte da vida de todos, em casa, nas empresas, nas escolas e na rua. O mundo está sendo globalizado graças à tamanha extensão de informação, e hoje somos totalmente dependentes dessa informação, na correria da vida cotidiana, tanto na área pessoal quanto na profissional.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Banco de Dados!

Banco de dados é um sistema de armazenamento de dados interrelacionados, que representam informações de um assunto específico, em uma ordem específica. O banco de dados, normalmente, é uma tabela composta de diversas linhas separadas por coluna, que são identificadas por campo. Cada uma dessas linhas é composta por um registro diferente. O sistema pode também ser representado por uma coleção de dados, que pode ser acessado e utilizado por várias aplicações diferentes. Exemplos: lista telefônica, controle do acervo de uma biblioteca, sistema de controle dos recursos humanos de uma empresa. Alguns bancos de dados bem recomendados são PostgreSQL e MySQL. Os componentes de um banco de dados são chamados de “objetos”, e estão descritos à seguir:

Tabelas - Onde armazenamos as informações que queremos tratar. Consultas - Filtram as informações das tabelas e permitem sua visualização.Geralmente são comandos SQL. Formulários - São janelas destinadas à edição e visualização dos dados. Relatórios - Organizam os dados de tabelas e consultas de uma maneira que possam ser impressos Macros - Rotinas que automatizam determinadas tarefas sem necessidade de programação.(Utilizadas no Access) Módulos - Armazenam instruções e comandos da linguagem Access Basic/VBA e permitem melhorar e expandir os recursos do sistema.
  

Aplicativo de Banco de Dados
 

Um aplicativo de banco de dados é um software exclusivo, que gerencia um banco de dados. Eles servem para criar uma agenda, ou até mesmo sistemas empresariais para desempenhar tarefas como a contabilidade do local. Exemplos de aplicativos de banco de dados: Microsoft Access, MySQL, Microsoft SQL Server, Oracle, Informix e Sybase.

Componentes de um computador

Unidade central de processamento (CPU)

Sua função é executar todos os programas que ficam armazenados na memória principal, interpretando as instruções e as executando em seguida. A CPU compreende duas subunidades, a Unidade de Controle (UC) e a Unidade Lógica e Aritmética (ULA). Unidade de Controle - Supervisiona todas as operações do computador, sob a direção de um programa armazenado. Unidade Lógica e Aritmética - Essa é unidade que executa as operações aritméticas e lógicas dirigidas pela Unidade de Controle.

Memória

Componente que tem por função armazenar internamente toda informação que é manipulada pela máquina: os programas (conjunto de instruções) e os dados. A capacidade de armazenar um programa é uma característica que permite o processamento automático de dados. Existem dois tipos de memória:

Memória Principal (MP) - É a memória de armazenamento temporário, que armazena os programas e os dados que estão sendo processados, somente durante o processamento. É uma memória volátil (RAM), pois os dados só permanecem nela armazenados enquanto houver energia elétrica.

RAM – Random Access Memory (Memória de Acesso Aleatório ou Randômico) - É usada para o armazenamento temporário de dados ou instruções. Quando escrevemos um texto num computador, as informações são armazenadas na memória RAM, assim como os dados de entrada.

ROM – Read Only Memory (Memória só de Leitura) - É usada para armazenar instruções e/ou dados permanentes ou raramente alterados. A informação geralmente é colocada no chip de armazenamento quando ele é fabricado e o conteúdo da ROM não pode ser alterado por um programa de usuário.

Memória Secundária (MS) - É a memória de armazenamento permanente, que armazena os dados permanentemente no sistema, sem a necessidade de energia elétrica e, por esse motivo, conhecida como memória não volátil. Ela funciona como complemento da memória principal para guardar dados.

Unidades de Entrada e Saída

Os dispositivos de E/S (Entrada e Saída) servem basicamente para a comunicação do computador com o meio externo. Eles provêem o modo pelo qual as informações são transferidas de fora para dentro da máquina, e vice-versa, além de compatibilizar esta transferência através do equilíbrio de velocidade entre os meios diferentes.
Ex: Teclado e impressora.

Drive (Periférico de Entrada e Saída) - Conhecido também como "Unidade de Disco" ou "acionador", o drive, tem como função fazer o disco girar (dentro do envelope) numa velocidade constante e transferir programas ou dados do disco para o computador. Essa operação é feita através de uma cabeça de leitura e gravação que se move para trás e para frente na superfície do disco.

Winchester, Disco Rígido ou HD (Periférico de Entrada e Saída) - Semelhantemente aos drives em utilização e funcionamento, tem como principal diferença, a inviolabilidade, a maior capacidade de armazenamento e a maior velocidade de operação. É composto por uma série de discos de material rígido, agrupados em um único eixo, possuindo cada disco um cabeçote.

Modem (Periférico de Entrada e Saída) - O modem é um dispositivo de conversão de sinais, que transmite dados através de linhas telefônicas. A palavra MODEM é derivada das palavras MOdulação e DEModulação. Modular significa converter pulsos digitais (dígitos) em sinais analógicos (ondas senoidais), para que eles possam percorrer numa linha telefônica.


Multimídia - Multimídia é uma união de informações, com áudio e vídeo, formando a partir daí um dos mais poderosos recursos digitais utilizados pelo computador. Também chama-se multimídia aos softwares desenvolvidos especialmente para a utilização destes recursos e podem ser formados a partir de tipos de arquivos diferentes, como: vídeo-clips, músicas digitais, apresentações audiovisuais, animações gráficas, etc.

Placa de Som - É um dispositivo ligado internamente ao computador responsável pela reprodução de sons digitais gerados pelos softwares.

Placa Mãe

O elemento central de um microcomputador é uma placa onde se encontra o microprocessador e vários componentes que fazem a comunicação entre o microprocessador com meios periféricos externos e internos. No nível físico mais básico, a placa mãe corresponde às fundações do computador. Nela ficam as placas de expansão; nela são feitas as conexões com circuitos externos; e ela é a base de apoio para os componentes eletrônicos fundamentais do computador. No nível elétrico, os circuitos gravados na placa mãe incluem o cérebro do computador e os elementos mais importantes para que esse cérebro possa comandar os seus "membros". Esses circuitos determinam todas as características da personalidade do computador: como ele funciona, como ele reage ao acionamento de cada tela, e o que ele faz.

Microprocessador - Responsável pelo pensamento do computador. O microprocessador escolhido, entre as dezenas de microprocessadores disponíveis no mercado, determina a capacidade de processamento do computador e também os sistemas operacionais que ele compreende (e, portanto, os programas que ele é capaz de executar).

Co-processador - Complemento do microprocessador, o co-processador permite que o computador execute determinadas operações com muito mais rapidez. O co-processador pode fazer com que, em certos casos, o computador fique entre cinco e dez vezes mais rápido.

sábado, 26 de março de 2011

Design Gráfico


O Design Gráfico é um processo técnico e criativo que utiliza imagens e textos para comunicar mensagens, idéias e conceitos. Batizado e amadurecido no século 20, é hoje a atividade projetual mais disseminada no planeta. Com objetivos comerciais ou de fundo social, o Design Gráfico é utilizado para informar, identificar, sinalizar, organizar, estimular, persuadir e entreter, resultando na melhoria da qualidade de vida das pessoas.
O trabalho dos Designer Gráfico está inserido no cotidiano da sociedade através de marcas, logotipos, símbolos, embalagens, livros, jornais, revistas, posters, folhetos, catálogos, folders, placas e sistemas de sinalização, camisetas, aberturas e vinhetas de cinema e televisão, web sites, softwares, jogos, sistemas de identidade visual de empresas, produtos e eventos, exposições, anúncios etc.

O que um Designer Gráfico faz?


Primeiramente, ele estuda e conhece questões relacionadas à profissão, como cores, tipografia, produção gráfica, meios de comunicação, marketing, semiótica, ergonomia, entre outras tantas necessárias. Depois ele continua estudando, lendo, navegando, conhecendo e se atualizando, tanto técnica como culturalmente.
Com isso, ele pode estudar cada caso, analisar e vivenciar a situação do cliente, ponderar todas as variáveis, a fim de encontrar a melhor solução, de forma harmônica, viável e que traga resultados.
Como nos dias de hoje, o acesso a programas gráficos está facilitado, qualquer pessoa mesmo não capacitada, diz ser Designer Gráfico, o que não é verdade.

"Nem tudo que está impresso é design. Design tem que ter projeto que respeita uma estrutura do começo ao fim. O simples preenchimento de páginas com imagem e letras não é fazer design gráfico."

 Um designer gráfico é, convenientemente, um conhecedor e utilizador das mais variadas técnicas e ferramentas de desenho, mas não só. O Designer Gráfico tem como principal moeda de troca a habilidade para aliar a sua capacidade técnica à crítica e ao repertório conceitual, sendo fornecedor de matéria-prima intelectual, baseada numa cultura visual, social e psicológica. Não é apenas um mero executante, mas sim um condutor criativo que tem em vista um objectivo comunicacional.
O estudo do design gráfico sempre esteve ligado à outras áreas do conhecimento como a psicologia, teoria da arte, comunicação, ciência da cognição, entre muitas outras. No entanto o design gráfico possui um conhecimento próprio que se desenvolveu através da sua história, mas tem se tornado mais evidente nos últimos anos. Algo que pode ser percebido pela criação de cursos de doutorado e mestrado, específicos sobre design, no Brasil e no resto do mundo.

Um exemplo desse tipo de conhecimento é o estudo da tipografia, sua história e seu papel na estruturação do conhecimento humano.


Além da tipografia, o Design Gráfico se consiste em outras categorias também:

- Desenho
- Ilustração
- Infografia
- Fotografia
- Web
- 3D




segunda-feira, 14 de março de 2011

Netiqueta

Surfar pela Internet pode ser divertido, útil e uma atividade social, tanto para adultos como para crianças. Mas é importante que os novos usuários da Internet, também chamados netizens (cidadãos da Internet), lembrem-se de que há outros "surfistas" por lá. E, como no verdadeiro surfe ou em qualquer outra atividade em público, existem regras de comportamento ou uma etiqueta implícita a seguir. Se você deixar de cumprir com essas regras, isso poderá resultar em mais do a perda de oportunidades – se você disser a coisa errada no momento errado, poderá provocar assédio ou outros problemas.
Portanto, antes que um novo usuário ou uma criança pegue o mouse para sair enviando mensagens, batendo papo em salas de bate-papo, jogando ou visitando sites, sugerimos as seguintes diretrizes a fim de ajudá-lo a lidar com a praticamente qualquer situação no espaço cibernético.


Diretrizes para uma boa netiqueta



Aplique a regra de ouro: Trate os outros como gostaria de ser tratado.
Lembre-se de que há uma pessoa do outro lado da sua mensagem.
Saiba onde está e use o bom comportamento apropriado.
Desculpe os erros de outras pessoas, especialmente os novatos.
Mantenha sempre a calma, especialmente se alguém o insultar (ou se você achar que foi esse o caso).
Evite usar TEXTO EM MAIÚSCULAS para ênfase – alguns usuários encaram isso como uma maneira de “gritar”.
Não use linguagem inadequada ou ofensiva.
Use seu nome ou apelido online de maneira consistente e assine todas as mensagens com ele (mas proteja sua verdadeira identidade nunca usando seu nome completo).
Nunca envie ou encaminhe mensagens indesejadas (normalmente chamadas de spam).
Evite discussões constantes e inflamadas ou "flame wars".
Verifique sua ortografia, seja conciso e envie mensagens curtas.
Ao participar de salas de bate-papo, não interrompa as outras pessoas e restrinja-se ao tópico.
Siga as mesmas regras de bom comportamento que seguiria na vida real.
Use emoticons para ajudar a comunicar humor e sarcasmo e aprenda os acrônimos comuns online.


 Use emoticons
Para se sair bem como netizen, não basta seguir a etiqueta. Visto que muitas vezes é difícil expressar emoções, intenções ou tom somente com texto, os primeiros usuários da Internet inventaram os emoticons, que são expressões faciais virtuais compostas de caracteres básicos do teclado, como os dois-pontos e o parêntese direito (lembre-se de girar a cabeça para a esquerda, visto que os emoticons ficam de lado, a 90º!).
Estes são alguns exemplos de emoticons comumente usados:


:-)   Feliz ou brincando
;-)   Piscando
:-(   Infeliz
:-|   Ambivalente
:-o   Surpreso ou preocupado
:-x   Bico calado
:-p   Mostrando a língua (geralmente de brincadeira)

É fácil e divertido usar emoticons e você pode até criar os seus próprios. :-}

Bill Gates



Bill Gates, também conhecido por William Henry Gates III, nasceu na cidade de Seattle, no estado de Washington nos EUA em 28 de outubro de 1955. Desde seu nascimento, Gates sempre pôde contar com as posses do seu pai, William Henry Gates, um  advogado de sucesso e sua mãe, professora da Universidade de Washington. Como dinheiro nunca foi problema na família Gates, Bill e suas irmãs sempre tiveram a oportunidade de freqüentar as melhores escolas do país, como o Colégio de Lakeside e a Universidade de Harvard.

Seu primeiro contato com os computadores foi enquanto realizava seus estudos primários no Colégio Lakeside, em 1968. Conjuntamente com Paul Allen, Bill inicia o desenvolvimento de programas para grandes empresas e em 1975, os dois amigos se mudam para Albuquerque – Novo México. Trabalhando para a companhia MITS, começam a produzir programas para serem utilizados pelo primeiro microcomputador, o Altair BASIC.
Bill Gates é, sem dúvida, um dos homens mais famosos do mundo, não só pela sua grande fortuna, acumulada em 58 bilhões de dólares, mas também por ser o responsável pela criação do SO Windows. O pai do sistema operacional Windows, sempre foi acusado de ser um capitalista sem escrúpulos, um ladrão de idéias ou um oportunista. Mesmo assim, é inegável que sua participação na história da informática foi impactante.